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Uso do fone@RNP possibilita economia total de mais de R$ 40 mil no MEC e no MCTI

  • Publicado: Terça, 23 de Fevereiro de 2016, 13h39
  • Última atualização em Terça, 23 de Fevereiro de 2016, 13h45
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Uso do fone@RNP possibilita economia total de mais de R$ 40 mil no MEC e no MCTI

Em tempos de crise, a tecnologia da informação e comunicação tem se mostrado uma aliada da economia na administração pública. Um dos exemplos disso é o uso do fone@RNP (link sends e-mail) nos Ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) em 2015, que possibilitou uma economia de mais de R$ 40 mil em poucos meses de uso. O MCTI aderiu ao serviço em setembro de 2015 e, até dezembro, contabilizou 63% das ligações encaminhadas por Voz sobre IP (VoIP) e o MEC, que entrou no fone@RNP (link sends e-mail) em outubro, entregou 54% das ligações pela internet.

“Isso é possível graças ao gateway transparente, que viabiliza o encaminhamento de ligações pela rede acadêmica, a rede Ipê, sem a necessidade de o usuário discar nenhum tipo de ramal. Ou seja, ele não precisa mudar seus hábitos, pois tudo é feito automaticamente. A economia estimada anual com o uso do serviço foi de aproximadamente R$ 900 mil em 2015, o que se refere, sobretudo, a ligações DDD”, explica o gerente de Serviços da RNP, Hélder Vitorino. Além dos ministérios citados, o fone@RNP (link sends e-mail) tem 249 pontos institucionais, entre universidades federais e estaduais, centros de pesquisa e museus.

Os serviços da RNP também têm possibilitado uma maior eficiência na gestão de TI das organizações clientes. Desenvolvido para a comunidade acadêmica internacional, o eduroam oferece acesso sem fio à internet sem a necessidade de múltiplos logins e senhas, de forma simples, rápida e segura. Lançado no Brasil em 2012, ele teve 4 milhões de autenticações em roaming em 2015. “Isso significa que aconteceram 4 milhões de acessos à essa rede sem fio proveniente de pessoas que não estavam em sua instituição de origem, reduzindo a necessidade de gestão dos visitantes pelas instituições clientes. Com o eduroam, as instituições que receberem pesquisadores, professores e colaboradores de outras cidades não precisam criar um token para esses visitantes, pois eles utilizam a rede se autenticando diretamente na sua instituição de origem. É prático para a TI e bem mais cômodo para o usuário, além de aumentar a segurança nas duas pontas, devido à utilização de protocolos seguros e à cifragem no processo de autenticação entre instituições”, garante o gerente de Serviços da RNP, Leandro Guimarães.

Lançado no Brasil em 2012, o eduroam já possui 65 instituições usuárias, dentre elas universidades públicas, a Prefeitura de Porto Alegre, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast). “Somamos, até dezembro de 2015, 1.191 pontos de acesso sem fio no Brasil. E os colaboradores, alunos, professores e pesquisadores dessas organizações também têm à sua disposição uma ampla cobertura internacional, com mais de 11 mil pontos eduroam distribuídos em mais de 60 países”, detalha Guimarães.

Para ter acesso ao eduroam, a instituição a qual usuário pertence deve ser integrante da a Comunidade Acadêmica Federada (CAFe), uma federação de identidade que reúne hoje 125 instituições de ensino e pesquisa brasileiras. Isso significa que, por meio de uma conta única, a mesma utilizada em sua instituição de origem, é possível um usuário acessar os serviços disponibilizados na CAFe, sem a necessidade de múltiplas credenciais acesso e processos de cadastramento.

O ano de 2015 também foi de consolidação do serviço de Infraestrutura de Chaves Públicas para Ensino e Pesquisa (ICPEdu), que provê uma base pronta para a emissão de certificados digitais e chaves de segurança para as instituições clientes. Graças a um acordo estabelecido entre a RNP e a autoridade certificadora GlobalSign, as 92 organizações usuárias da ICPEdu podem gerenciar certificados de segurança digital, SSL, para todos seus domínios e subdomínios, com compatibilidade universal e confiança de identidade.

“Só em 2015 foram gerados 1.947 certificados digitais, representando mais de R$ 9,5 milhões de economia no ano, pois instituições como a Capes, por exemplo, não gastaram para ter certificados de segurança para seus sites, por exemplo. Em março desse ano, a Capes conseguiu emitir 534 certificados Wildcard, que protege todos os subdomínios de um nome de domínio totalmente qualificado. Esses são utilizados na comunicação cifrada entre o Portal de Periódicos e as editoras, além do webmail e de algumas aplicações internas. Ou seja, só essa instituição economizou mais de R$ 1,2 milhão em 2015 com a adesão ao ICPEdu”, afirma Leandro Guimarães.

Conforme o então diretor-adjunto de Gestão de Serviços da RNP, Antônio Carlos Fernandes Nunes, “a organização oferece serviços avançados que colaboram diretamente com a otimização das ações, gerando economia. Nos últimos anos, investiu em alternativas para ampliar a sua oferta, trazendo novas opções de serviços que beneficiem e tragam valor diretamente às suas instituições usuárias”.

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